
PCPR prende professor suspeito de aplicar série de golpes em Prudentópolis
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, na terça-feira (9), um professor da rede estadual, de 28 anos, suspeito de aplicar diversos golpes no município de Prudentópolis. A prisão preventiva foi decretada pelo Poder Judiciário após representação da Autoridade Policial, diante da gravidade dos fatos e da possibilidade de novas fraudes.O investigado é acusado de praticar estelionato e falsidade ideológica ao se passar por representante da Secretaria de Educação do Estado do Paraná. Segundo as apurações, ele utilizava essa falsa identificação para firmar contratos com empresas de turismo e organizar viagens escolares sem arcar com os custos.O caso mais recente ocorreu em 28 de novembro, quando o professor teria enganado 57 passageiros e uma empresa de transportes ao tentar realizar uma viagem sem efetuar o pagamento devido. A ação causou prejuízo financeiro e transtornos aos envolvidos.Além disso, o suspeito é investigado por outros golpes no comércio local. Ele teria efetuado compras e assinado contratos de locação utilizando a modalidade de pagamento via PIX agendado, que nunca era concluído, deixando fornecedores e comerciantes no prejuízo.Diante da reiteração criminosa e do risco de novas excursões fraudulentas, a Polícia Civil requereu a prisão preventiva do professor. A Justiça deferiu o pedido, e ele foi detido e encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanece à disposição das autoridades.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, na terça-feira (9), um professor da rede estadual, de 28 anos, suspeito de aplicar diversos golpes no município de Prudentópolis. A prisão preventiva foi decretada pelo Poder Judiciário após representação da Autoridade Policial, diante da gravidade dos fatos e da possibilidade de novas fraudes.
O investigado é acusado de praticar estelionato e falsidade ideológica ao se passar por representante da Secretaria de Educação do Estado do Paraná. Segundo as apurações, ele utilizava essa falsa identificação para firmar contratos com empresas de turismo e organizar viagens escolares sem arcar com os custos.
O caso mais recente ocorreu em 28 de novembro, quando o professor teria enganado 57 passageiros e uma empresa de transportes ao tentar realizar uma viagem sem efetuar o pagamento devido. A ação causou prejuízo financeiro e transtornos aos envolvidos.
Além disso, o suspeito é investigado por outros golpes no comércio local. Ele teria efetuado compras e assinado contratos de locação utilizando a modalidade de pagamento via PIX agendado, que nunca era concluído, deixando fornecedores e comerciantes no prejuízo.
Diante da reiteração criminosa e do risco de novas excursões fraudulentas, a Polícia Civil requereu a prisão preventiva do professor. A Justiça deferiu o pedido, e ele foi detido e encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanece à disposição das autoridades.
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