
Sindicato da saúde se manifesta sobre caso do médico Felipe Lucas em Irati
SEESSIR afirma defender apuração rigorosa dos fatos, mas critica pré-julgamentos e condenações antecipadas
O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Irati e Região (SEESSIR) divulgou uma nota pública de repúdio relacionada à exposição envolvendo o médico ginecologista e obstetra Felipe Lucas, investigado em um inquérito conduzido pela Polícia Civil do Paraná.
No documento, o sindicato afirma acompanhar com “indignação” determinadas manifestações públicas e exposições envolvendo o profissional, ressaltando que o médico possui longa trajetória de atuação na comunidade.
A entidade destaca que não se opõe à apuração séria e responsável de qualquer denúncia pelas autoridades competentes, mas critica o que classificou como “pré-julgamento público”, exposição desproporcional da imagem do profissional e disseminação de conclusões precipitadas antes da conclusão das investigações.
Segundo o SEESSIR, toda pessoa possui direito constitucional à ampla defesa, ao contraditório e à presunção de inocência.
Na nota, o sindicato também ressalta que procedimentos médicos realizados por ginecologistas e obstetras frequentemente envolvem avaliações clínicas, exames físicos e intervenções íntimas necessárias à assistência médica, especialmente em contextos como pré-natal, parto e consultas ginecológicas.
A entidade argumenta que tais procedimentos devem ser analisados à luz da medicina, dos protocolos assistenciais e das provas efetivamente produzidas, não podendo ser automaticamente interpretados como condutas ilícitas sem investigação regular.
O sindicato ainda manifestou solidariedade ao médico e à família dele diante da repercussão pública do caso, afirmando confiar que os fatos serão esclarecidos pelas instituições responsáveis.
Ao final do documento, o SEESSIR reafirma compromisso com a dignidade humana, ética profissional, defesa dos trabalhadores da saúde e respeito ao devido processo legal, repudiando qualquer forma de condenação antecipada ou linchamento moral.
O caso envolvendo o médico segue sob investigação da Polícia Civil do Paraná e tramita sob sigilo judicial.
Veja abaixo a nota na íntegra.
Galeria de fotos
Leia também

Geral
Comissão aprova projeto que reconhece profissão de designer de unhas
13/06/2026

Geral
Sebrae/PR leva 18 startups do Centro do Estado para Web Summit Rio
13/06/2026

Geral
Com salários de até R$ 4 mil, IBGE abre inscrições em seleção para 8,2 mil vagas de nível médio
13/06/2026

Geral
Com 10 golpes por hora no Paraná, cartórios orientam como evitar fraudes na compra de imóveis
13/06/2026

Geral
Escola João Paulo II promove grande Festa Junina neste domingo com Bingão e atrações para toda a família
12/06/2026

Geral
Cães soltos e ataques frequentes preocupam moradores em diversos bairros de Irati
12/06/2026

